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Vários blogs e sites já noticiaram, mas não vou resistir. O mundo foi invadido pela Simpson Mania. Foi no dia 27 de julho, sexta-feira passada, quando estreou nos Estados Unidos o longa-metragem The Simpsons Movie.

Quem quiser ver trailers do filme, pode clicar aqui.

No site oficial do blockbuster, super interativo, dá para fazer um tour por Springfield, participar de jogos, ou criar seu próprio avatar simpsoniano. Este aqui é o meu!

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Também não dá para deixar de ver o editorial de moda, sen-sa-cio-nal, publicado na edição de agosto da revista Harper’s Bazaar. Lá, a família mais aloprada de Springfiled aparece passeando por Paris, ao lado de estilistas famosos e top models do mundo real. Veja as duas imagens abaixo!

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A família dá um rolê pelas ruas da capital francesa junto com a top Linda Evangelista

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A senhora Simpson experimenta um vestido Chanel, observada pelo todo-poderoso Karl Lagerfeld

Enquanto isso, na Paris habitada por seres de carne e osso, a Colette, loja preferida dos fashionistas, coloca à venda uma série super exclusiva de bonecos do Bart Simpson, customizados por  vários artistas. Os toys já estão quase esgotados e o dinheiro arrecadado com as vendas, vai ser doado para a Cruz Vermelha. 

Eles não são incríveis? Eu queria todos esses Barts prá mim!

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E por fim, vale assistir ao hilário comercial do Burger King, que mistura video e animação. Eu já postei esse filminho outro dia, mas acho que vale o repeteco, para quem ainda não viu

Malhação

Julho 31, 2007

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Saiu no Glamurama: a bela Carol Trentini  passou o final de semana numa academia de ginástica. Mas não era para entrar em forma (sempre impecável, aliás) e sim, para posar para um editorial da próxima ffwMag, com edição de Paulo Martinez e fotos de Rogério Cavalcanti. Eu queria muuuuito mostrar como a matéria ficou linda, mas não posso estragar a surpresa, né!

Acima, a  top na nova campanha de Oscar de la Renta

A flor do abacate

Julho 29, 2007

Recebi hoje, pelo correio, o catálogo precioso da marca Mary Design,  que faz as bijuterias mais encantadoras do mundo. A coleção, intitulada “A Flor do Abacate”, presta homenagem a Guignard, pintor importantíssimo na década de 20 e 30, ao lado de nomes como Cândido Portinari e Ismael Nery.

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“Festa de São João” de Guignard

O artista fluminense foi para Minas Gerais na década de 40, a convite de Juscelino Kubitschek, para dar aulas no recém-criado Instituto de Belas Artes, em Belo Horizonte. Apaixonou-se pela paisagem mineira, pelo mar de montanhas, pelo céu repleto de nuvens e balões. E foi ficando por lá.

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Dizem que costumava começar suas aulas assim: “Minhas senhoras e meus senhores: hoje vou apresentá-los ao amarelo.”

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Quando Guignard voltou da Europa em 1929, passou a dar um curso particular de pintura. As aulas aconteciam numa casa que havia abrigado o cabaré A Flor do Abacate. Foi daí, dizem, que Manuel Bandeira tirou a idéia de batizar o curso de ”A Nova Flor do Abacate”. 

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A flor do abacate, aliás, se distingue por ter os ambos os órgãos, feminino e masculino, e por florescer por apenas 2 dias.

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“Guignard traduziu em traço e cor o seu mundo interior, particular e único. Um belo mundo tanto na dramaticidade de seus santos flagelados quanto na exuberância de suas flores e na delicadeza de suas cidades imaginárias.” Priscila Freire, diretora Map

Fotos do catálogo: Gustavo Marx/Produção de moda: Mariana Sucupira/Beauty: Léo Caffé

Mary Design: mary@marydesign.com.br

Museu Casa Guignard: rua Conde de Bobadela, 110, Ouro Preto, MG

É nóis!

Julho 28, 2007

Estou super orgulhosa: esta semana, o Moda Sem Frescura foi indicado na seção Vale a Pena Acessar do conceituadíssimo Blog do Noblat. E apareceu numa matéria do Estilo UOL, que é editado por Carol Vasone. 

Bem-vindos os novos visitantes! Entrem e fiquem à vontade!

O blog da publicitária Paula Rizzo está recheado de notícias sobre os lançamentos publicitários mais interessantes do momento. Como este comercial do Burger King que, aproveitando o lançamento internacional do filme dos Simpsons (que foi ontem), faz um mix de video e animação, muito legal. Confira, vale o click!

O fio mágico

Julho 26, 2007

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Quando era criança, aprendi a fazer bordados em ponto-cruz usando um tecido chamado vagonite, que tornava a tarefa facílima. Depois me desinteressei pela prática, mas nunca deixei de apreciar este tipo de trabalho manual. A delicadeza dos enxovais da minha mãe, por exemplo, com lençóis e toalhas de linho bordados à mão, sempre me fascinaram. É bem verdade que eu cheguei a usar algumas toalhas de chá como pareô, mas isso é outra história!

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Tempos depois, descobri que o bordado também podia ser usado na arte, em obras como as do Leonilson (acima, a obra The Bread) ou do Arthur Bispo do Rosário (foto abaixo). E percebi que o seu significado podia mudar totalmente, a angústia podia tomar o lugar da doçura, as questões existenciais podiam prevalecer às decorativas. O bordado podia servir não só para adornar a toalha de mesa, mas também criar o manto de “encontrar com Deus”, como queria Bispo do Rosário. 

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O ato de bordar, ligado ao de tecer, parece ser uma atividade ancestral. Fico me perguntando se seria tipicamente humana e quais as questões simbólicas envolvidas ali. Mas não quero me estender demais na filosofia.  

Veja, aqui, alguns outros artistas que se utilizam da técnica.

Tilleke Schwarz, artista holandesa

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Wagner Pinto, artista gaúcho radicado em SP.

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Jenny Hart, norte-americana do Texas que cria painéis com retratos de celebridades ou anônimos.  jenny-hart-marianne-lrge.jpg

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Além disso, Jenny Hart é responsável pelo Sublime Stitching, site que revitalizou o mundo dos bordados, oferecendo desenhos fofitos, descolados e acessíveis. Uma cartela com motivos criados pelo ilustrador Kurt Halsey, exclusivamente para a Sublime Stiching, como a que você vê abaixo, custa só 3 dólares. O site tem também bordados temáticos com unicórnios, pin-ups, diabos, etc. Vale a pena conhecer.

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post inspirado pelo Radar 55

Protesto

Julho 25, 2007

Vai ser neste domingo a caminhada de protesto contra o caos aéreo.

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 Abaixo, o artigo escrito por Cecília Giannetti, intitulado “Não existimos”, publicado na Folha de São Paulo de hoje. Na minha opinião, é a coisa mais lúcida que li sobre o assunto, até agora.

LIGO O Google Earth para me certificar se o Brasil e- xiste. Procuro o país na bola azul que, clique vai, clique vem, subdivide-se toda em terras, águas, nações etc., até chegar numa quitanda na ilha do Governador, estabelecimento gerenciado há uns 200 anos pela mesma portuguesa, a dona Odete.
Virtualmente, portanto, há Brasil. E dona Odete, ao menos na ilusão criada pelo Google Earth, ainda anota numa caderneta o que devem os que não pagam na bucha.
Muito do que acontece neste país me faz duvidar de que estejamos no mapa. Os gabinetes oficiais devem estar vazios, os corredores dos palácios do governo, no escuro.
Creio que sequer haja uma lâmpada que pudesse ser acesa, caso restasse em alguma sala um fun- cionário exercendo o ofício de varrer o grotesco para debaixo do tapete.
Não existimos. Somos invisíveis. Por isso nos permitimos ser levianos, apontar culpados generalizadamente, atirar primeiro e perguntar depois. Estamos sozinhos.
Não faz diferença a quem acusamos -eles não estão lá. Eles não estão nem aí. Eles vêem as ruas vazias, ninguém nos aeroportos, nos hospitais, nas escolas públicas. Para eles, que não nos enxergam, não há gente em lugar nenhum. Portanto, não se interessam pela contagem dos corpos mortos por negligência em um avião.
O noticiário me dá a entender que estamos fora do mundo. Uma questão meio Morrissey, meio existencial: o ex-vocalista dos Smiths afirmava, em refrão dos anos 80, que se sentia excluído da raça humana. Frescura: ele é inglês e jamais teve um governante chamado Collor.
Cada país tem seus problemas. Mas os nossos, os dos brasileiros, deviam ser capa de conceituada revista da comunidade científica ou render um seriado de TV como o sci-fi “The 4400″. É que desaparecemos, todos nós. Ninguém nos vê.
Gestos obscenos na TV dão a medida do respeito que eles, que não nos vêem, têm por nós. Não somos um povo, somos uma alucinação coletiva que só nós temos. Em época de eleição, fazemos aparições que eles computam e aproveitam. Depois, tornamos a sumir do mapa torto, deixamos de pertencer ao país. Somos invisíveis por omissão dos outros ou por omissão nossa? Devíamos esfregar o desrespeito na cara deles diariamente, com gana, até arrancar-lhes os olhos. Eles não nos vêem.
É o país do Deus-nos-acuda; porque ninguém mais vai fazê-lo.
Se instituíssem por aqui a Lei Seca e cortassem o fornecimento de antidepressivos e ansiolíticos, também não teríamos coragem de olhar. A seco, o Brasil não desce pela goela.
Não somos notados, passamos despercebidos como seres humanos. Vagamos bovinamente assistindo às tragédias, temendo o abatedouro, cujas formas de abater são multiplicadas pelo abandono.
Somos invisíveis, órfãos, viúvos, ex-amigos de gente que virou pó, de quem não vamos esquecer e que nunca existiram para aqueles que não são capazes de nos enxergar.

vitrine viva

Julho 24, 2007

Quer saber quem criou algumas das imagens mais marcantes que irão povoar as revistas gringas nos próximos meses? É só visitar o site da Vogue francesa, e conferir a ficha técnica das campanhas da Louis Vuitton, Céline, Miu Miu, etc. Veja, aqui, uma “palhinha”.

 

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Lara Stone para Givenchy por Inez van Lamsweerde & Vinood Matadin

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Gisele Bündchen para Aquascutum por Mario Sorrenti 

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Lara Stone (de novo!) e Jamie Burke para Calvin Klein Jeans por David Sims

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A campanha da Burberry por Mario Testino, com uma penca de modelos

relíquias

Julho 23, 2007

Enquanto continuo super atarefada com o trabalho de styling e consultoria, deixo aqui algumas imagens históricas que garimpei no meu acervo de revistas. Não canso de me surpreender com as reviravoltas da moda, a ousadia de algumas revistas gringas e otras cositas mas.

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Repare no sapato branco! Ele voltou com força total às ruas parisienses nesta estação, só que o bico é mais alongado!

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Uma dessas coelhinhas todo mundo conhece! Aos 23 anos, ela declarou à revista que sua ocupação era indeterminada, que seu disco favorito era The Best of Bow Wow Wow, que a pessoa mais importante em sua vida, no momento, era ela mesma e que, o que gostaria de mudar no futuro, era o seu cabelo. Ainda bem que a moça amadureceu e achou um rumo na vida, né não? A foto foi publicada na revista inglesa iD de setembro de 94.

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Esta era a capa da iD de maio de 1990, com a modelo Marni fotografada por Jean Batiste Mondino e styling de Judy Blame.

Mas… não lembra a capa de uma revista que está atualmente nas bancas? Digam nos comentários.

pílula do dia seguinte

Julho 22, 2007

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“A cultura de massa é uma cultura de consumo, inteiramente fabricada para o prazer imediato e a recreação do espírito, devendo-se sua sedução em parte à simplicidade que manifesta”. Gilles Lipovetsky, O Império do Efêmero

O que se faz, em nome dessa simplicidade, na mídia atual, me dá arrepios na espinha. Ainda bem que existe a Piauí. Aliás, um email que enviei para a revista, falando da matéria das cópias na moda, foi publicado na nova edição. Achei legal. Leia aqui o texto original.

Parabéns para a revista e para a jonalista Daniela Pinheiro pela matéria sobre os plágios da moda. Tenho uma crítica a fazer: quando a repórter descreve com ironia as roupas usadas pelos entrevistados, revela uma atitude preconceituosa, igual à que tanto se critica no mundinho fashion, e enfraquece a matéria. Fiquei curiosa para saber qual seria a descrição do look usado por ela. Seria intelectual-com-ar-superior-fingindo-não-se-importar-com-a-moda? Ou a ironia se aplica só aos fashionistas? Aproveito também para dizer que no BlogView –blog de moda coletivo, do qual participo– a matéria foi discutida e continuará a ser aprofundada nos próximos dias. Graças ao conteúdo inteligente e aos textos longos da revista, criamos a gíria “escrever uma piauí”. Afinal, veja só, vocês também estão lançando moda! Biti Averbach

Pílula

Julho 21, 2007

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 De agora em diante, vou procurar postar uma frase interessante por dia.

Os modos de vida inspiram maneiras de pensar, os modos de pensar criam maneiras de viver”.

Gilles Deleuze, Nietzsche

Dia corrido, sem tempo para blogar. Então vamos direto ao ponto. Robôs e andróides sempre fascinaram os humanos. A propósito do lançamento do filme Transformers, sugiro este vídeo-paródia sobre um ator-robô desesperado para atuar no blockbuster. Divirta-se!

via Radar on Line

Vira o disco!

Julho 19, 2007

Desde que a música virou arquivo digital, muita gente voltou a cultuar o velho e bom disco de vinil. Uns dizem que o som tem mais profundidade, outros, que o chiadinho tem charme, outros ainda, se deixam levar pela aura de relíquia e cultuam o objeto anacrônico. Mas acho que todo mundo concorda que a capa é um dos seus atrativos.

O blog LP Cover Lover, especializado em capas de disco, é justamente o lugar ideal para passar horas procurando raridades e pérolas, como este disco que em que a cantora Nico aparece, toda sexy, fazendo um bico como modelo. 

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Outros links relacionados:

O Culto do Vinil - blog português para aficcionados

Intoxica – loja londrina especializada em vinil (thanks André Felipe)

Elenco - site do jornalista Ronaldo Evangelista sobre o selo Elenco, criado nos anos 60 por Aloysio de Oliveira. Tem fotos, informações e uma boa lista de lojas, sebos e sites relacionados (thanks Farinha)

via desculpe a poeira

A bolsa da vez

Julho 18, 2007

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Em 1999, fui “cobrir” um evento de moda em Toronto, no Canadá. Numa horinha de folga, sai para fazer compras e ao passar pelo caixa de uma loja, me ofereceram uma sacola de pano, por uns módicos 5 dólares. Foi a primeira vez que tomei contato com uma atitude ecológica num estabelecimento comercial.

Oito anos se passaram e, aqui no Brasil, nunca vi ninguém usando uma sacola de lona num mercado ou loja. Mesmo com o crescimento da consciência ecológica, parece que as pessoas ainda têm dificuldade de assimilar pequenas mudanças no seu dia-a-dia, capazes de beneficiar o meio-ambiente.

Recentemente, em Londres, a designer de acessórios Anya Hindmarch, conhecida por suas bolsas de 1.500 dólares, lançou uma edição limitada de sacolas de algodão, com a frase “I’m not a plastic bag” estampada, por 15 dólares. Foi um enorme sucesso.

Em Hong Kong e Taiwan, onde também aconteceram lançamentos, chegou a haver tumulto. Algumas pessoas se feriram e um shopping center teve que ser fechado.

Hoje é a vez de Nova York receber as cobiçadas sacolas de pano. Parece que o apelo da peça vem da sua tiragem limitada. Ela é vendida apenas em um dia, com limite de 3 unidades por pessoa, até acabarem os estoques. Veja o que a designer diz a respeito:

“To create awareness you have to create scarcity by producing a limited edition,” she said. “I hate the idea of making the environment trendy, but you need to make it cool and then it becomes a habit.” Anya Hindmarch

Leia mais sobre o assunto no NY Times.

Foto acima: Lars Klove/NY Times

Na semana passada, São Paulo abrigou várias feiras de moda e acessórios. Eu estive em uma delas, a Mostra Acessórios, e garimpei dois lançamentos interessantes que apesar de serem completamente diferentes, se inspiraram em elementos africanos. 

Estilista estreante, Marcela Feola criou vestidos e túnicas com os tecidos estampados, coloridíssimos, que trouxe de uma viagem à Nigéria. A marca, recém-lançada, se chama African Echoes. Dá só uma olhadinha! Se quiser adquirir uma peça, é só entrar em contato com a Marcela pelo email marcela_feola@hotmail.com

Já Andréia Ribeiro, a experiente estilista da marca Diva, mostrou delicadeza na coleção inspirada no filme “A Cor Púrpura”. Rendas levíssimas, botões antigos e estampas miúdas encantam o olhar.

As 10 mais

Julho 13, 2007

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Sexta-feira é o dia da minha coluna semanal no BlogView. Por conta da polêmica da semana passada, sobre a eleição do Cristo Redentor como uma das maravilhas modernas, decidi fazer uma lista com 10 itens capazes de melhorar o meu dia.

Espia lá!

Amanhã prometo postar novidades por aqui!

No alvo

Julho 12, 2007

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Todo mundo já teve um jeans rasgado, stonado, “destruído de fábrica”. Ou um moletom cuidadosamente puído, com imperfeições criadas por ácidos ou lixas. Agora, que tal uma camiseta pólo perfurada à bala? A idéia pode parecer meio absurda, mas foi o que fez a marca americana Attus Apparel. Os sócios, Whit Hiler e Jered Garrison, convidaram alguns amigos para descarregar chumbo grosso, tipo Magnum 357 ou 45, em bonecos vestidos com as tais camisetas. Gravaram tudo em video e puseram no youtube. É claro que isso acabou chamando a atenção da mídia: o jornal New York Times publicou, no dia 8 de julho, uma matéria sobre a marca.

O legal é que os caras, além de criativos, são bem irreverentes e irônicos. Aquele famoso bordadinho no peito, com desenho de animais ou logotipos, que costuma enfeitar as pólos, na Attus Attus Apparel têm outros contornos. O modelo chamado “hangover” (ressaca) mostra o desenho de uma privada, o “sid” presta homenagem ao punk com um moicano estilizado, e o “jerk” manda tudo para aquele lugar com um dedo médio em riste.

via desculpe a poeira

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PS- Fiquei pensando…se esse moda pega por aqui, o pessoal dos morros cariocas e do Jardim Ângela, em São Paulo, podia faturar uma graninha!

pausa poética

Julho 11, 2007

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Muito tempo atrás, li a tradução de Millôr Fernandes para alguns poemas do israelense Yehuda Amichai. Agora os poemas apareceram de novo, no site da revista Piauí.

NOSSA HISTÓRIA 


Na história de nosso amor, um foi sempre
Uma tribo nômade, outro uma nação em seu próprio solo.
Quando trocamos de lugar, tudo tinha acabado.
O tempo passará por nós, como paisagens
Passam por trás de atores parados em suas marcas
Quando se roda um filme.
As palavras
Passarão por nossos lábios, até as lágrimas
Passarão por nossos olhos.
O tempo passará
Por cada um em seu lugar.
E na geografia do resto de nossas vidas,
Quem será uma ilha e quem uma península.
Ficará claro pra cada um de nós no resto de nossas vidas
Em noites de amor com outros.

Yehuda Amichai

Foto: Franck Juery

Silver Men Group

Julho 11, 2007

Boa música, visual futurista. É o Unklejam, “What Am I Fighting For?”. Tem mais no MySpace do grupo, aqui.

via Rêve de Mode

No olho da rua

Julho 10, 2007

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Estou muito feliz com a repercussão das novas colunas semanais do BlogView. Em pleno fim de semana prolongado tivemos muitas visitas e comentários. O post do Oliveros, no domingo, falando sobre streetstyle no Brasil rendeu 14 comentários, até agora! E originou posts ótimos na Oficina de Estilo e no blog da Maria Prata.

Por conta desse assunto, decidi finalmente atualizar o blogroll, incluindo alguns blogs de streetstyle bacanas. E olha só o que acabei descobrindo: um blog carioca de moda de rua, chamado Fashion Lab Rio. E não é que nosso querido amigo e blogueiro Glauco, do Descolex, foi fotografado lá, durante o Fashion Rio?

E sabe o que mais eu descobri? Que, contrariando todas as probabilidades, acaba de abrir no Rio, uma loja de roupas japonesas alternativas! E os paulistas, cheios de marra, achando que aqui é que o povo se monta melhor, heim! hehehehehe!

A loja se chama Neko, foi idealizada por Victoria Fattore e Gabriel Brasil, tem um endereço físico no bairro do Catete e também vende pela internet, com pagamento pelo sistema PayPal. Victoria, que você vê na foto abaixo, é quem cria as peças —consumidas em sua maior parte por um público cativo, familiarizado com o streetstyle japonês. Ela, que já vendia suas criações em bazares há cerca de um ano, aposta que, com a abertura da loja, a onda deve se estender a quem queira comprar só uma pecinha para misturar aos básicos do dia-a-dia.

“No momento, as roupas que estão à venda se enquadram no estilo Gothic Lolita, mas vamos diversificar. E temos também roupas masculinas”, avisa Victoria. 

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Hoje, no Japão, o conceito dominante, em termos de estilo (no sentido amplo da palavra, não só na moda) é o kawaii, que em japonês quer dizer algo como “bonitinho”. Dentro deste universo de fofura e docilidade, com um toque ingênuo e infantil, se enquadram grupos como o Lolita, e sub-grupos como Gothic Lolita, Classic Lolita e Sweet Lolita. É uma loucura! Quem quiser saber mais sobre isto, pode clicar aqui.

Neko: rua Corrêa Dutra 99/slj 211 – Catete - Rio de Janeiro – RJ
Horário de funcionamento: terça à sábado, 12:00 – 20:00hs
Tel: (21) 2557 2917
E-mail: nekoshop@gmail.com